Quarta-feira, Abril 22, 2009

Uma tela

KANDINSKY _ Composição VII


Segunda-feira, Março 09, 2009

Como diz?

Num compromisso de interromper as boas intenções, concebi um erro, destrui provas pertinentes e juntei de novo as peças,… cheguei a lugar nenhum mas, foi um começo.
Das possibilidades que negam o caminho menos dificil, reparei que ainda assim mesmo por tais percusos o fim da estrada era sempre demasiado estreito e nem sempre se mantinham tais viagens por tempo suficiente.
Descrevo agora algo como se fizesse antes um esboço, mas não, para a incerteza não existem preparações antecipadas, treinos sistematizados ou modelos pré concebidos, apenas tudo acontece,…

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Sábado, Janeiro 03, 2009

...a sombra não é esconderijo

Construir barreiras, faz sentido quando a intenção de vencer se mostra pouco simples.
Nos textos do dia comum rompem-se temas com pouca intensidade, a politica torna-se obediente e o senso instável. Das poucas palavras surgem rumores, estes sim em que todos acreditam,… as coisa fáceis, nada de conceptual e que pouco esforça e mente.
O querer impera sobre muito pouco, nas coisas parcas da vida, que empurram o quotidiano e todo o ser deixa-se levar por mais um dia.

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Quarta-feira, Novembro 19, 2008

Queres ser meu editor(a)?

Num curto espaço de tempo dou comigo perdido em tanta documentação e textos escritos, meus bem dito, e assim algo tem de acontecer.
Pensei numa fogueira, que por estes dias de agradáveis baixas temperaturas, sempre me poderia acalmar...
No entanto esse mesmo fogo não me merece aquecer, sou ainda assim bastante frio e num impasse de leituras perdidas e lareiras efemeras, opto por editar o impossivel.
Queres ajudar e fazer da confusão um autentico caos?

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Domingo, Agosto 31, 2008

Reescrevendo o Vulto Evidente

Reescrever os meus pensamentos, incomoda-me de novo, mas a correcção torna-se obrigatória.
Comecei por escrever um livro, ou por contar uma história sem qualquer argumento e isso revelou-se difícil, mesmo drástico. Pensei estranhamente estar a contar o que realmente acontecera, mas, a quem?
De facto por tudo o que tenho escrito, existe um momento, existe tempo, um lugar e tudo teve de ser vivido, a cada segundo mesmo os tempos mortos onde o tudo e o nada se perde de vista e não me resta mais senão dormir.
Diz-se que em tempos difíceis, dormir, afasta a fome de alimento, neste caso dormir era pouco mais do que me afastar da realidade, acelerar o tempo e perder-me no vazio.
Foram tantas as horas em que me encontrei imóvel com tanto frio e longe do teu abraço…
Sonhei contigo dias sem fim, dediquei-te o meu sofrimento para que não me abandonasses, mesmo em horas de Inferno – e essas também te ofereci – Contemplámos ódios abraçados em dor, esquecemos sorrisos, vencemos o amor.
Não existe um dia que não te recorde, não existe uma hora em que não chame por ti e a cada segundo que sinto o pânico da minha respiração, finjo-me indiferente, para não me ouvir.
Sem qualquer beleza, desprovido de estilo vou escrevendo este meu romance, reescrevo-o bem o disse e espero que o acompanhes, que faças deste vulto, o teu amor evidente. Onde estivemos todo este tempo, o que fizemos de nós?
Vou-te dizer, falando baixinho e em cada palavra, por cada suspiro peço-te encarecidamente, lê-me escuta-me e recorda-me como o teu mais difícil paciente.

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Sexta-feira, Agosto 29, 2008

Um pedido meu amor

…de volta e com os braços estendidos, encontrei-te de novo e reparei no pensar. Estarias hipnotizada?! Pediste que te abraçasse e tudo o que fiz foi mostrar de novo aquele olhar.
-Pareces desconfiado – de seguida ela fez um pedido.
-Se um dia me abandonares, que seja num beco, para que todos os dias saibas que terei apenas uma saída para o encanto do teu olhar.

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Segunda-feira, Julho 28, 2008

Sms

Nem tudo o que parece é.
Observo distante o meu eu e continuo à espera do que parece inevitável.
Escrevo-te pois para dizer que te amo.
Ainda sou eu...
Novidades?! Sim ainda por aqui estou e continuo a escrever,... nada de novo.
Como queiras.

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Quinta-feira, Maio 15, 2008

Continua...

Uma vida triste, obriga-me a estar por aqui neste Inferno, rodeado de solidão e momentos tristes,..
Nada mais me espera.
O dia acabou.

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Quinta-feira, Março 06, 2008

Ainda estou por aqui

Apesar da ausência, para descontentamento de alguns ditos intelectuais, não deixei de escrever.
Apenas não tenho colocado, ou partlhado no "meu" blog os meus textos,... continuo a escrever, sem dúvida, mas como não sou boa companhia para ninguém neste prolongado momento, limito-me a olhar para mim lendo o que escrevo, e acreditem é tão forte a dor que sinto que não me sinto capaz de a dividir com ninguém...
Choro baixinho neste imenso isolamento e escondo nas memórias o acreditar que um dia tudo será melhor.
Ainda estou por aqui.

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